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COPA DO MUNDO 2026 - GRUPO C

15 de mai.
1 min de leitura

 



JOGO 01 BRASIL x MARROCOS, JOGO 02 BRASIL x HAITI, JOGO 03 ESCÓCIA x BRASIL


O Brasil encara a primeira fase com um grupo como aparentemente favorável, mas precisa manter atenção às individualidades capazes de desequilibrar partidas.

No Marrocos, por exemplo, tem o lateral‑direito Achraf Hakimi (Paris Saint‑Germain) que é a principal referência: capitão combina velocidade, infiltração e capacidade defensiva, e é apontado por analistas entre os nomes de maior impacto do momento, se não cuidar dele, ele pode levar perigo ao gol brasileiro.

Pelo Real Madrid, o meia Brahim Díaz aparece como organizador de jogo, com boa visão de passe e participação ativa nas transições ofensivas — potencial ponto de criação a ser monitorado.

O Haiti tem em Jean‑Riener Bellegarde (Wolverhampton) seu destaque. Formado na França e no futebol profissional desde 2016, Bellegarde é um meio‑campista de forte combatividade e bom trânsito entre linhas, útil na recuperação e na saída rápida com bola, precisa ser marcado e vigiado.

Na Escócia, Scott McTominay, 29 anos, oferece força física e atuação polivalente no meio; sua trajetória em clubes de alto nível o coloca como elemento capaz de dar equilíbrio tático e chegada forte ao ataque, precisa ser bem marcado.

Conclusão: coletivamente o Brasil parte como favorito, mas o preparo tático para neutralizar jogadores decisivos será determinante para evitar surpresas desagradáveis.

Cuida-te ANCELOTTI, pode vir chumbo do grosso, e, todo gol a mais pode favorecer não só na contagem geral, mas, principalmente na autoestima do elenco.

 

Redação de esportes:

 Jornalista Antônio Cunha

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