COPA DO MUNDO 2026 - GRUPO C

JOGO 01 BRASIL x MARROCOS, JOGO 02 BRASIL x HAITI, JOGO 03 ESCÓCIA x BRASIL
O Brasil encara a primeira fase com um grupo como aparentemente favorável, mas precisa manter atenção às individualidades capazes de desequilibrar partidas.
No Marrocos, por exemplo, tem o lateral‑direito Achraf Hakimi (Paris Saint‑Germain) que é a principal referência: capitão combina velocidade, infiltração e capacidade defensiva, e é apontado por analistas entre os nomes de maior impacto do momento, se não cuidar dele, ele pode levar perigo ao gol brasileiro.
Pelo Real Madrid, o meia Brahim Díaz aparece como organizador de jogo, com boa visão de passe e participação ativa nas transições ofensivas — potencial ponto de criação a ser monitorado.
O Haiti tem em Jean‑Riener Bellegarde (Wolverhampton) seu destaque. Formado na França e no futebol profissional desde 2016, Bellegarde é um meio‑campista de forte combatividade e bom trânsito entre linhas, útil na recuperação e na saída rápida com bola, precisa ser marcado e vigiado.
Na Escócia, Scott McTominay, 29 anos, oferece força física e atuação polivalente no meio; sua trajetória em clubes de alto nível o coloca como elemento capaz de dar equilíbrio tático e chegada forte ao ataque, precisa ser bem marcado.
Conclusão: coletivamente o Brasil parte como favorito, mas o preparo tático para neutralizar jogadores decisivos será determinante para evitar surpresas desagradáveis.
Cuida-te ANCELOTTI, pode vir chumbo do grosso, e, todo gol a mais pode favorecer não só na contagem geral, mas, principalmente na autoestima do elenco.
Redação de esportes:
Jornalista Antônio Cunha
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